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THE RACONTEURS // |
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selo |
referência |
preço |
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Broken Boy Soldiers |
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xl recordings |
XLCD196
(CD) |
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xl
recordings |
XLLP196X (LP) |
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Os Raconteurs são uma banda formada por um grupo de
velhos amigos: Brendan Benson (guitarra, voz e
teclados); Jack Lawrence (baixo) e Patick Keeler
(bateria), dos Greenhornes; e Jack White (guitarra, voz e
teclados), dos White Stripes. A semente foi plantada num
sótão no Verão de 2004 quando Jack e Brendan se juntaram
e escreveram uma canção que os deixou entusiasmados.
Essa canção chama-se “Steady, As She Goes” e foi
suficiente para quererem criar uma nova banda, à qual se
juntaram Lawrence e Keeler. Ainda que cada um dos
elementos tenham conseguido algum protagonismo (maior ou
menor) com as suas bandas, a junção dos seus talentos
confere aos Raconteurs uma força muito especial. O
quarteto reuniu-se no estúdio de Benson para limar as
arestas do álbum “Broken Boy Soldiers”, um trabalho que
foram desenvolvendo durante os períodos de tempo
que conseguiram arranjar durante 2004. O resultado está
agora à disposição.
Desde “Steady As She Goes”, o radio-hit perfeito, a
“Store Bought Bones”, com a sua tenacidade explosiva,
passando por canções dirigidas ao coração como “Intimate
Secretary” ou “Together”, os Raconteurs são capazes de
muito mais do que apenas contar histórias. A sua
história começa aqui.
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SCOTT WALKER // |
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selo |
referência |
preço |
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The Drift |
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4ad |
CAD2603CD
(CD) |
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4ad |
CAD2603 (LP) |
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Há muitas coisas que as pessoas desconhecem a
respeito de Scott Walker; os jornalistas usam
frequentemente palavras como misterioso ou retraído mas
será realmente assim? Traçando um perfil sincero de
Walker, baseado nas coisas que sabemos que gosta, que prefere ficar em
casa a sentir-se exposto na linha da frente; que
prefere a poesia e a filosofia europeias à televisão, a
música clássica ou experimental à pop reciclável,
deveríamos começar a pensar num Scott Walker parecido a
qualquer um de nós. E que tem isso de estranho? Regressa
agora com 63 anos de idade, mais jovem que nunca.
Poderíamos apresentar de muitas formas o impressionante,
contundente e singular novo trabalho que é “The Drift”.
Como uma vez a crítica literária Cynthia Ozic disse a
respeito de William Gaddis (que publicou três livros em
trinta anos): “Não pode dizer-se que tenha sido muito
prolífico mas foi sempre prodigioso, descomunal,
exaustivo e sedento de lógica final.” “The Drift” são
canções pelas quais quase podem passar-se os dedos, dada
a microscópica atenção de Walker aos detalhes, às
diferentes texturas, aos pequenos movimentos, inventando
todo um novo mundo com cada canção. O último modernista
que nos resta, o único ainda vivo, Scott Walker, em
2006.
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SOL SEPPY // |
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selo |
referência |
preço |
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The Bells Of 1 2 |
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grönland |
CDGRON30
(CD) |
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“Uma maravilha cozinhada em lume brando, um disco a
pedir audição contínua até o ano de 2007”
The Sunday Times
“Os fans de Sparklehorse e Mazzy Star têm aqui um óptimo
presente.”
Mojo
Sol Seppy e “The Bells of 1 2” são o reflexo da alma e
coração de Sophie Michalitsianos, uma viajante
compulsiva, nascida no Reino Unido, criada na Austrália,
formada no conservatório de Sydney até que, a pedido de
Mark Linkous, decidiu mudar-se para os Estados Unidos
e tornar-se a violoncelista dos Sparklehorse,
inicialmente ao vivo, posteriormente colaborando nos
discos “Good Morning Spider” e “It’s A Wonderful Life”.
Enquanto criadora única como Sol Seppy, Sophie
encarregou-se dos trabalhos de composição, interpretação
e produção. O resultado é um álbum de um romantismo
celestial em que a voz de Sophie brilha com luz própria
e nos
introduz a um território inexplorado. Uma deliciosa
surpresa.
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LINDA DRAPER // |
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selo |
referência |
preço |
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One Two Three Four |
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mushroom pillow |
MP63
(CD) |
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Praticante de um folk atmosférico e etéreo, que terá
como expoentes máximos os Mazzy Star de Hope Sandoval,
Linda Draper aparece agora com novo fulgor para nos
apresentar as suas canções perfeitas e embalar-nos com a
sua voz cativante. Uma das várias críticas ao terceiro
álbum da nova-iorquina dizia o seguinte: «A sua força
expressiva aumenta de disco para disco e está a
tornar-se óbvio que, mais cedo ou mais tarde, Draper
deverá apresentar-nos algo verdadeiramente
brilhante.». Chegados ao quarto álbum – “One Two Three
Four”, a previsão confirma-se.
Unindo esforços, uma vez mais, com o lendário produtor
Kramer (Galaxy 500, Low, Sonic Youth, Urge Overkill e
fundador da Shimmy Disc Records), “One Two Three Four”
é, do princípio ao fim, uma experiência memorável e
intemporal. Gravado no centro
de Nova Iorque nos estúdios Tribeca e, em condições mais
simples e intimistas, no Noise New York. Para além de
produzir e dirigir a parte técnica, Kramer contribui com
a sua enorme capacidade musical e o seu estilo único,
acentuando a pureza e brilhantismo da voz de Draper e da
sua distinta interpretação.
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MATMOS // |
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selo |
referência |
preço |
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The Rose Has Teeth In The Mouth
Of A Beast |
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matador records |
OLE6772
(CD) |
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matador records |
OLE6771 (LP) |
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“The Rose Has Teeth In The Mouth Of A Beast” é o novo
trabalho do duo de São Francisco Matmos. Uma série de
retratos escolhidos de entre as muitas personalidades
que admiram. Uma espécie de biografia musical, algumas
vezes enigmática, outras vezes óbvia, como
que um de álbum de família fracturado. Trata-se do
trabalho mais melódico e conceptual de Matmos. A partir
das biografias dos seus ídolos, William S. Burroughs,
Darby Crash, o Rei Luís II da Bavária, Joe Meek, e
outros, voltam a representar momentos importantes
dessas vidas para obter sons e melodias. Usam objectos
que foram importantes para esses ‘personagens’ para
construir melodias a partir de ruído. Algumas canções
concentram-se em detalhes particulares (a canção
dedicada a Wittgenstein é uma versão de um parágrafo
retirado do seu “Investigações Filosóficas”), e outras
vezes remetem para um episódio da vida dos homenageados
(a canção de Luís II revive o incidente ocorrido quando
ordenou que servissem a refeição da noite ao seu cavalo
favorito no salão dos espelhos do seu castelo – os
resultados foram desastrosos). Noutros casos a
representação é mais abstracta e conceptual, a canção
para Patricia Highsmith é uma colaboração com o seu
animal favorito: o caracol – eles fizeram uso de raios
laser sensíveis ao movimento e deixaram que vários
caracóis se arrastassem para produzir sons únicos).
Entre os colaboradores neste disco, destacam-se Antony,
Kalonica McQuesten, Laeticia Sonami, Maja Ratjke e
Björk. “The Rose Has Teeth In The Mouth Of A Beast” é
mais movimentado e divertido que o último “The Civil
War” (um ensaio, sob o efeito de alucinogénios, sobre a folk
americana), mas também mais obscuro.
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STUART A. STAPLES // |
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selo |
referência |
preço |
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Leaving Songs |
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beggars banquet |
BBQCD246
(CD) |
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beggars banquet |
BBQLP246 (LP) |
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Stuart A. Staples edita o seu segundo álbum a solo,
“Leaving Songs” na sequência do seu belíssimo e
amplamente respeitado disco de estreia “Lucky Dog
Recordings 03-04” - o ponto de partida para que Staples
passasse os dois anos seguintes da sua vida no seu
estúdio caseiro a preparar “Leaving Songs”, o melhor
alguma vez já criado pelo autor desde “Tindersticks” ou
“Curtains”. Consciente do potencial das novas canções,
Stuart dirigiu-se ao estúdio de Mark Never em Nashville,
acompanhado de Dave Boulter, Neil Fraser e Thomas
Belhom. As sessões posteriores, de volta a casa,
contaram com colaborações de Terry Edwards –
incondicional dos Tindersticks – e com a antiga
companheira de canções Gina Foster. Todas as canções
foram compostas e produzidas pelo próprio. Podemos
igualmente encontrar no disco, duetos com Maria Mckee –
“This Road Is Long” – e Lhasa de Sela – “That Leaving
Feeling” – que será o primeiro single do álbum.
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