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SISTER VANILLA // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Little Pop Rock |
14_mai_2007 |
chemikal underground |
CHEM092CD (CD) |
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“Little Pop Rock” o novo disco dos Sister Vanilla, é uma
colecção de canções quase-pop, em ocasiões ternas, em
ocasiões não tanto, compostas por Jim e William
Reid (The Jesus and Mary Chain), juntos com a sua irmã e
ao também antigo membro da banda, Ben Lurie. Gravado em Londres, Los Angeles e
finalmente na Escócia, a ideia de Sister Vanilla remonta
à participação de Linda Reid no último disco dos The Jesus
and
The Mary Chain - "Munky" - em que, sob o seu pseudónimo,
atacou a canção “Mo Tucker”. A colaboração foi de tal
forma bem sucedida que todos entenderam que deveria
haver uma continuação, pelo que foram todos novamente
para estúdio, gravaram algumas canções... até hoje. O
resultado é um encantador garage pop inspirado pelas
brilhantes produções dos 60s de Andrew Oldham, alguns
ecos dos Suicide e Metal Urbain, os ensinamentos dos
Nuggets e as canções pop de L.A. Música de sempre,
daquela que às vezes tanto se sente a falta.
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MATTHEW HERBERT // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Score |
14_mai_2007 |
!k7 |
K7212CD (CD) |
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O internacionalmente aclamado compositor, DJ e mago da
música electrónica Matthew Herbert namora o cinema no
seu último trabalho “Score”. Apresentando uma das suas
múltiplas personalidades musicais, estas 17 faixas
cobrem a primeira década da emergente actitivade de
Herbert enquanto compositor de bandas sonoras, a par de
uma colaboração inédita num bailado. Ao longo dos
últimos dez anos, Herbert acumulou um invejável
audiofólio de lançamentos largamente aclamados sob o seu
próprio nome ou enquanto Doctor Rockit, Wishmountain,
Radio Boy Transformer e outros, tendo ainda produzido
inúmeras remisturas para artistas tão diversos como
Björk, Roisin Murphy, REM, John Cale, Yoko Ono e Serge
Gainsbourg. Em “Score” revisita e explora todas matizes
da sua prolífica carreira – desde o melodrama debotado
sobre a morte de Franco, “Vida y Color”, do espanhol
Santiago Tabernero, aos pianos assombrados do conto
colonial “The Intended” de Kristian Levring ou ainda a
electrónica pura de “Indiscretion” ou o minimalismo
avant-clássico de “Rendezvous”. É claro que o método
usado na composição de uma banda sonora difere bastante
da abordagem habitual que Herbert utiliza no seu house e
electrónica experimental. Consequentemente, “Score”
contém simultaneamente alguns dos seu trabalhos mais
tradicionais e ambiciosos.
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CALLA // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Strength In Numbers |
14_mai_2007 |
beggars banquet |
BBQCD251 (CD) |
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14_mai_2007 |
beggars banquet |
BBQLP251 (LP) |
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Formados em 1997 em Nova Iorque por Aurelio Valle
(guitarra e voz), Sean Donovan (baixo, teclado e
programações) e Wayne B. Magruder (percussão e
programações), acrescentando Peter Gannon em 2003 e
deixando partir Donovan em 2004. Não será, no entanto,
despropositado recuar um pouco mais no tempo até 1993,
onde no Texas, Valle, Magruder e Gannon começaram a
actuar juntos numa banda conhecida como The Factory
Press. Em 95 mudaram-se para Nova Iorque e gravaram com
Kid Congo Powers e Matt Verta-Ray um álbum que apenas
seria editado em 1998, após a separação da banda. Nesse
ano começaram a trabalhar numa demo que viria a
despertar o interesse do selo SubRosa que editou um
primeiro disco do colectivo em 1999, já como Calla. A
sua sonoridade apocalíptica e cinematográfica,
fortemente influenciada pelas paisagens sonoras de Ennio
Morricone chamou a atenção da crítica especializada que
recebeu muito bem este disco de estreia. A este
seguiram-se outros como “Scavengers” (2001), “Televise”
(2003) e o largamente aclamado “Collisions” (2005).
Durante 2006, a banda andou em digressão pela Europa e
Rússia onde as novas canções começaram a tomar forma.
Inspirados pelos trabalhos anteriores reinventaram a
fórmula dos discos anteriores e
apresentam agora um disco mais imediato, quase pop, mas
perfeitamente coerente com o percurso da banda.
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ELECTRELANE // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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No Shouts, No Calls |
14_mai_2007 |
too pure |
PURE201CD (CD) |
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14_mai_2007 |
too pure |
PURE201LP (LP) |
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“As Electrelane são umas das últimas grandes bandas
indie” -
Uncut
No Verão de 2006, numa Berlim electrificada pela
excitação do último Mundial de Futebol, as Electrelane
gravaram o seu quarto e, claro, mais optimista disco até
à data.
‘No
Shouts, No Calls’ volta a trazer-nos as desapaixonadas
melodias de órgão, os ritmos primários e os riffs de
guitarra que são a imagem de marca da banda. Mas desta vez
o resultado possui uma suavidade oculta diferenciada da
experimentação de “Axes” e do paisagismo quase
cinematográfico de “The Power Out”. “No Shouts, No
Calls”, por sua vez, funciona como uma colecção de onze
canções poderosas, viciantes e perfeitamente únicas. O
mais poderoso e excitante disco até à data, e também, porque
não dizê-lo, o mais acessível.
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VÁRIOS ARTISTAS // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Ballads Of The Book |
14_mai_2007 |
chemikal underground |
CHEM098CD (CD) |
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A Chemikal Underground orgulha-se de anunciar o
lançamento de “Ballads Of The Book”, um ambicioso
projecto que casa os trabalhos de alguns dos melhores
escritores e músicos da Escócia. A ideia é simples:
diversos escritores apresentam as letras que,
posteriormente, são musicadas por músicos já
consagrados, da forma como melhor entendem. A lista de
nomes é absolutamente impressionante: de gigantes como
Edwin Morgan e Alasdair Gray a vanguardistas como Ali
Smith, A.L. Kennedy, Louise Welsh ou Ian Rankin. De
poetas como Robin Robertson, Bill Duncan e Rody Gorman a
novelistas de êxito como Michel Faber, Alan Bissett,
Laura Hird, Rodge Glass, Hal Duncan ou John Burnside. A
equipa de músicos inclui: Idlewild, James Yorkston,
Norman Blake (Teenage Fanclub), Sons And Daughters, King
Creosote, Alasdair Roberts, The Trashcan Sinatras,
Vashti Bunyan, Mike Heron (The Incredible String Band),
e muitos mais, incluindo aparições a solo dos ex-Arab
Strap Malcolm Middleton e Aidan Moffatt, ou dos
ex-Delgados Alun Woodward e Emma Pollock.
|
No.
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MUSICIAN
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WRITER
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TITLE
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01
|
Mike
Heron
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John
Burnside
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Song
For Irena
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02
|
De
Rosa
|
Michel Faber
|
Steam
Comes Off Our House
|
|
03
|
James
Yorkston
|
Bill
Duncan
|
A
Calvinist Narrowly Avoids Pleasure
|
|
04
|
Foxface
|
Rody
Gorman
|
Dreamcatcher
|
|
05
|
Alun
Woodward
|
Alasdair Gray
|
A
Sentimental Song
|
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06
|
Aidan
Moffat
|
Ian
Rankine
|
The
Sixth Stone
|
|
07
|
Norman Blake
|
John
Burnside
|
Girl
|
|
08
|
Karine Polwart
|
Edwin
Morgan
|
The
Good Years
|
|
09
|
Sons
And Daughters
|
A.L.
Kennedy
|
The
War On Love Song
|
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10
|
Alisdair Roberts
|
Robin
Robertson
|
The
Leaving
|
|
11
|
Strike The Colours
|
Rody
Gorman
|
Message In A Bottle
|
|
12
|
Aereogramme
|
Hal
Duncan
|
If
You Love Me You’d Destroy Me
|
|
13
|
Malcolm Middleton
|
Alan
Bissett
|
The
Rebel On His Own Tonight
|
|
14
|
Trashcan Sinatras
|
Ali
Smith
|
Half
An Apple
|
|
15
|
Vashti Bunyan
|
Rodge
Glass
|
The
Fire
|
|
16
|
King
Creosote
|
Laura
Hird
|
Where
And When
|
|
17
|
Emma
Pollock
|
Louise Welsh
|
Jesus
On The Cross
|
|
18
|
Idlewild
|
Edwin
Morgan
|
The
Weight Of Years
|
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BLONDE REDHEAD // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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23 |
12_mar_2007 |
4ad |
CAD2717CD (CD) |
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Os mais fervorosos blogodependentes deverão, por esta
altura, saber que os Blonde Redhead não só estão de volta como
regressam com um disco que promete tornar-se numa das
peças centrais da sua discografia. Entitulado “23” (sem
qualquer tipo de relação com a película de Jim Carrey)
e, uma vez mais, editado por esse símbolo de excelência
que é a 4AD, responsável por três dos mais notáveis
discos de 2006, a saber, “Return To Cookie Mountain” dos
TV on the Radio; “Gulag Orkestar” de Beirut; e o notável
“The Drift” de Scott Walker.
Gravado e produzido pela própria banda em Nova Iorque no
final do ano passado, sob a supervisão de gente como
Chris Coady (Yeah, Yeah, Yeahs, TV on the Radio), Alan
Moulder (My Bloody Valentine, Killers, NIN) e Rich
Costey (Franz Ferdinand, Muse, Bloc Party), este é,
talvez, o seu disco mais pop e aquele em que melhor se
conseguiu fundir a distorção, tanto das guitarras como
da voz de Kazu Makino, com a componente harmónica,
resultando em canções como “Spring and by Summer Fall”,
o tema de abertura de “23”, com a sua componente rítmica
perfeita e uma contenção envenenada. Um disco para
manter debaixo de olho.
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HERBERT // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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100Lbs |
12_mar_2007 |
!k7 |
K7209CD (2CD) |
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12_mar_2007 |
!k7 |
K7209EP (EP 12") |
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“100lbs” é a reedição de, nada menos, que o primeiro
disco de Herbert, original de 1996. Um disco que, apesar
de contar apenas com dez anos de idade, é já considerado
pela crítica e público em geral como um clássico – uma
obra prima intemporal da música de dança. A edição em CD
inclui um disco extra com raridades, lados B, inéditos e
temas exclusivos compostos por Herbert entre 1994 e
2000. Quatro dos temas mais destacados neste disco extra
viram também edição num EP exclusivo em vinil de 12
polegadas. Absolutamente necessário para qualquer fan de
Herbert.
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FUNKSTÖRUNG // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Appendix |
12_mar_2007 |
!k7 |
K7210CD (CD) |
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O duo germânico Funkstörung é considerado como um dos
nomes mais influentes da cena electrónica mundial.
“Funky... mas com distorção” é, provavelmente a melhor
definição do seu estilo único. Agora que Michael Fakesch
e Christian de Luca decidiram iniciar percursos a solo,
esta colecção assume-se como o testamento final da era
Funkstörung. “Appendix” é uma colecção de remisturas
para outros artistas, entre 1998 e 2005. Uma mostra da
sua inimitável habilidade em entender canções de gente
como Spacek, Phono, Barry Adamson, Björk, Lamb, Lusine
ICL, Towa Tei, Raveonettes, Nils Petter Molvaer, Enik ou
Richard Devine.
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LOW // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Drums And Guns |
12_mar_2007 |
subpop |
SPCD736 (CD) |
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Low, a banda de Duluth, Minnesota, viveu
um período tumultuoso após a saída amigável do baixista
Zack Sally, agora substituido por Matt Livingstone. No
entanto, Alan Sparhawk e Mimi Parker souberam com arte e
engenho dar a volta à adversidade soltando, de forma
quase involuntária, canções de rítmica quase desumana,
pontuadas pelos melhores vocais alguma vez captados em
disco. Com uma produção impecável de Dave Friedmann (The
Great Destroyer), que abandonou todos os recursos épicos
e orquestrais que o fizeram famoso, decidiu, desta vez,
concentrar-se na simplicidade e crueza de cada melodia.
O resultado não podia ser mais emocionante: um disco
sério, sombrio, hipnótico e deliberadamente lento. Arte
pura para tempos de pós-guerra. Podíamos dizer tratar-se
de um dos discos do ano mas isso iria soar desonesto e
despropositado – preferimos antes chamar-lhe: um disco
do caraças!
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JULIE DOIRON // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Woke Myself Up |
12_mar_2007 |
acuarela |
NOIS1072 (CD) |
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Depois da sua aparição num split com Okkervil River e da
edição europeia de Goodnight Nobody, também pela
Acuarela, Julie Doiron mostra-se agora mais preocupada
em rir e sacudir de cima o aborrecimento de tardes
inteiras fechada em casa a ver nevar pela janela. A
primeira parte do novo disco balanceia-se entre a
alegria e a incerteza que paira sobre aquilo de que mais
gosta – a sua família. Um quadro com meninas escondidas
atrás de sofás e bolachas com leite à mesa da cozinha.
Também de amor, aquele em que confiamos
incondicionalmente. De todo, o que move um mulher
completamente tomada pelo seu coração. Essas primeiras
canções são as esquinas de uma casa, notas e recados,
uma rotina feliz. “I Woke Myself Up” é um pequeno almoço
vibrante. Julie levanta-se e abre os olhos para
descansar de tantos sonhos. A sua voz mantém-se suave
como sempre mas algo há de diferente. Nota-se na segunda
metade do disco uma melancolia nunca antes escutada,
trata-se de um lamento arrependido onde se revela uma
Julie cansada de tropeçar. Faz algum tempo que Julie
deixou de gravar sozinha. Voltou, uma vez mais, a
convidar amigos para o novo disco. Desta vez Rick White,
um ex-namorado com quem teve a primeira banda. Outros
velhos amigos desfilam pelas canções, incluindo gente
dos Eric’s Trip.
São as canções de uma mulher com algumas
certezas e muitas dúvidas. De uma forma ou de outra: bom dia Julie!
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RICHMOND FONTAINE // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Thirteen Cities |
05_mar_2007 |
decor |
DECOR010CD (CD) |
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“Thirteen Cities” é o sétimo álbum de estúdio da banda
proveniente de Portland Oregon – Richmond Fontaine. Uma
vez mais produzido por JD Foster (Calexico, Richard
Buckner) e gravado em Tucson, Arizona, o álbum vê Willy
Vlautin e companhia expandir a sua sonoridade
alt-country ao acrescentarem toda uma panóplia de novos
instrumentos e texturas às suas composições e ao seu set
básico, inclusivamente, com instrumentos emprestados
pelos próprios Calexico, Giant Sand e Luka.
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VYVIAN // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Life In Hysteria |
05_mar_2007 |
closer |
CR007 (CD) |
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Os Vyvian vêm de Barcelona e são uma banda de verdade –
tudo é directo, transparente e autêntico. As doze faixas
do seu disco de estreia “Life In Hysteria” dizem, eles
próprios, que não se trata de uma banda qualquer.
Contundência, coerência e cumplicidade com um público
que começa a multiplicar-se graças aos seus concertos
arrasadores baseados numa das formações mais eficazes de
sempre. Três protagonistas: Dani Acedo,
baixista-vocalista; Dani Vega, guitarras; e Isra
Zubeldia, bateria. Nada é supérfluo nos Vyvian. Vyvian é
rock. De agora e de sempre: do início dos 80, Joy
Division, Echo and the Bunnymen, The Cure, dos 90,
Pixies, e do ano 2000, Interpol. “Life In Hysteria” é um
disco poderoro, seguro de si e cativa pela tremenda
qualidade das suas canções.
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LONEY, DEAR // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Sologne |
05_mar_2007 |
cargo |
DEAR001CD (CD) |
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Loney, Dear é uma banda de um homem só, com nove
elementos, e o alter-ego do multi instrumentista e
perito em DIY Emil Svanängen. Ora no seu minúsculo
apartamento-estúdio em Estocolmo, ora na cave da casa
dos pais, é nesses locais que a magia acontece. O mundo
exterior não faz qualquer ideia do que nesses locais se
passa. A criatividade explode, um velho relógio no seu
tiquetaquear em direcção à profecia de Loney, Dear. Dois
discos por ano é o seu mote e, algures na passagem de
ano de 2009 tudo chegará a um fim. Tudo é gravado num
modesto estúdio caseiro, fazendo uso de um Mini Disc e
uns headphones, por forma a evitar confrontações com
vizinhos queixosos pelo ruído. Quando Emil recentemente
se mudou para uma nova casa, teve de ver-se livre do seu
candeeiro de pé e comprou finalmente um tripé para
microfone.
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OLD JERUSALEM // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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The Temple Bell |
26_fev_2007 |
borland |
BL031 (CD) |
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«Quem reconhece em «Old Jerusalem» o título de uma
canção de Will Oldham imediatamente imagina uma
genealogia de melancólicos americanos (essa que inclui
Bill Callahan, Damien Jurado, os Mountain Goats e
outros). Francisco Silva, o mentor deste grupo de
geografia variável chamado Old Jerusalem, nunca escondeu
as suas influências e afinidades. Mas, ao terceiro
álbum, essas comparações não são mais necessárias. Na
verdade, o novo disco de Old Jerusalem é mais
interessante visto em confronto com os anteriores, April
(2003) e Twice the Humbling Sun (2005), do que com os
seus mestres e modelos. No essencial, nada mudou: são
canções tendencialmente narrativas, um lamento gentil e
às vezes desolado, um melodismo dolente que acompanha
textos longos, uma espécie de confessionalismo tímido.
No entanto, há elementos novos, ou mais desenvolvidos.
Estas onze canções são como que um diagnóstico dos
estádios de uma relação amorosa. Mas é um diagnóstico em
acto, como um doente a quem se tirasse a temperatura
várias vezes ao dia. Quem associa a melancolia
confessional a inclinações adolescentes encontra aqui um
desmentido completo: uma relação não é um objecto
imóvel, e Francisco Silva acompanha com minúcia os
cambiantes de saudade, cumplicidade, afastamento,
aceitação e mesmo alguma crueldade (com ou sem dolo) que
os amantes vivem. Não é justo descrever estas canções
como sendo simplesmente sobre «o sofrimento», porque o
sofrimento é um conceito estático e nada é estático
neste disco. O amor é composto de mudança, e «The Temple
Bell» está cheio de mudanças, incluindo no sentido
literal (as caixas de «Boxes»). A monotonia e a rotina
(elementos inevitáveis de qualquer experiência com
alguma duração) estão aqui espelhadas de modo insólito,
porque menos ostensivamente «poético»; mas é também isso
que nos faz compreender os efeitos da passagem do tempo,
os avanços e recuos, a incerta certeza que é sabermos
realmente o que queremos.»
Pedro Mexia
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LA LA LA RESSONANCE // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Palisade |
26_fev_2006 |
borland |
BL026 (CD) |
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Poucos terão sido os projectos portugueses que elevaram
as expectativas do seu público tanto quanto os The
Astonishing Urbana Fall. Pelos concertos inesquecíveis
(durante muito tempo dados como eventos irrepetíveis, de
encenação única), e pela estreia em disco, que eu diria
perfeita, com o ep Acetaminophen, o grupo de Barcelos
marcou um tempo do nosso rock/pop criando um consenso de
rara admiração e extensa legião de fiéis. O percurso dos
TAUF, no entanto, não haveria de se vergar a ninguém.
Assente na ideia de diferença – como uma Fénix que
ressuscitasse sempre repensada – o grupo haveria de se
metamorfosear para, passada uma década, chegar ao
primeiro longa duração como quem sabe amadurecer. A
maturidade traz um novo irónico nome, La La La
Ressonance, e o disco, Palisade, é como mais uma estaca
defendendo a liberdade formal em que sempre acreditaram.
Instrumental, ambiental, jazzístico, carismático, este
passo não completa a carreira destes músicos, aumenta-a,
obrigando a uma contínua catalogação que, quanto a mim,
nunca poderá, nem deverá, ser segura. Palisade é
brilhante no seu despojamento. É um disco típico de quem
nunca teve pressa. Resulta numa simplicidade desarmante,
fazendo lembrar, por vezes, o novo jazz nórdico (olá,
bela Rune Grammophon), misturado com alguma solaridade.
Trata-se de um quase-jazz delicado e contido, exercido
por excelentes músicos ocupados ainda com acreditar em
melodias perfeitas, mesmo que buscadas em momentos
tantas vezes efémeros, numa lógica de fragmentação
enorme, como se estivéssemos perante uma banda sonora ou
uma colecção de apontamentos de mestre. Temas como Zed
for Zebra, …I’ll Walk You Home ou A Night At The
Hopper’s,entram na melhor escolha de sons para este
2006, ano em que, mais uma vez, nada será reversível no
caminho destes músicos. Para colorido maior, a inusitada
leitura em imagens que enriquece o objecto, da autoria
de Miguel Machado, entende profundamente o espírito da
obra, marcando a modernidade em que se insere, com
inteligência e sobriedade. Todo este trabalho é isso
mesmo, delicada contemplação, sóbria fruição do mundo e
sua transformação em arte. Para a pequena realidade
musical portuguesa, este trabalho, como tanto trabalho
da Bor Land, reveste-se de uma importância vital,
revelando ao mesmo tempo a resistência e a invulgar
mutação dos TAUF. Um disco indicado para exigentes
melómanos, românticos sem depressões, domésticas com
cozinhas modernas, moças de sonhos precisos, rapazes de
corações coloridos, bancários com lingerie subversiva,
transeuntes ansiosos por chegar a casa, enfim, gente em
actividade neste inicio de século alienante e confuso.
valter
hugo mãe, 2006
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LISA GERRARD // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Best Of |
12_fev_2006 |
4ad |
CAD2701CD (CD) |
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Com uma carreira de quase vinte anos, nos Dead Can
Dance, em bandas-sonoras originais premiadas e
amplamente aclamadas, e em toda uma série de
colaborações e discos a solo imensamente respeitados
pela crítica e adorados pelos admiradores, Lisa Gerrard
estabeleceu-se como uma das artistas australianas mais
relevantes de sempre, tanto pelo sucesso obtido, como
pela forma invulgar como desbravou território
desconhecido ao longo dos anos. Uma cantora, compositora
e actriz ocasional, Lisa é tão precisa quanto apaixonada
em tudo aquilo que faz. O tão esperado “Best Of” da
cantora surge finalmente em 2007, abrangendo toda a
carreira da cantora, desde os momentos mais relevantes
nos Dead Can Dance às bandas sonoras de Gladiador, A
Domadora de Baleias, Ali, entre outras.
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VÁRIOS ARTISTAS // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Serious Times - Ghetto Arc Vol.1 |
12_fev_2006 |
xl recordings |
XLCD203 (2CD) |
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O novo som de Kingston, Jamaica que emergiu ao longo dos
últimos anos foi captado no disco que a XL Recordings
agora apresenta: “Serious Times”. O disco recebeu o
título da espiritualmente deslumbrante faixa de abertura
de Gyptian, e compila trabalho diverso da cena de
Kingston, numa colecção coesa que pinta uma quadro
notável da cultura contemporânea local. Temos o jovem
lamento (bastante literal, dado que o vocalista tem
apenas 10 anos de idade) em “Poverty”, de QQ; o rock
romântico de I Wayne em “Living In Love”; e o devastador
hit “Notorious” pelos Turbulence, que se mantém como uma
das mais importantes canções do ano passado.
Serious Times destaca-se de outras compilações de reggae
pelas suas boas vibrações e pelo modo como foi
produzida. Misturada pelo internacionalmente aclamado
Max Glazer (Federation Sound), o ouvinte tem a sensação
de estar em presença de um tradicional sound system
jamaicano em acção. Intros vocais, drops e efeitos
sonoros numa espécie de mixtape de luxo. A embalagem
está à altura da compilação e contextualiza, com
extensas notas de rodapé e muitas fotografias toda a
música do disco. Uma autêntica peça de colecção.
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PORTASTATIC // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Be Still Please |
12_fev_2006 |
acuarela |
NOIS1067 (CD) |
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Está de regresso a banda mais pessoal de Mac McCaughan,
um dos proprietários do lendário catáloga da Merge (onde
figuram nomes como The Arcade Fire, M. Ward, Lambchop,
The Clientelle ou The Magnetic Fields), líder dos
Superchunk (que estarão de regresso em 2007), e autor de
memoráveis composições indie-rock luminoso e adictivo
através dos Portastatic, que apresentam agora o seu
melhor disco. A edição europeia, licenciada pela
Acuarela Discos, contém três canções extra, tal como
sucede na maioria dos discos licenciados pela editora.
No seu todo, trata-se de uma obra emocionante e
apaixonada. Após publicar 8 álbuns e um sem número de
singles e Eps, desde 1993, Mac regressa com Be Still
Please, onde poderemos encontrar coros femininos (Laura
Cantrell e Annie Hayden), e uma secção de cordas a criar
atmosferas inebriantes, por vezes a roubar lugar às
guitarras. O mais curioso é que ainda que estejamos
perante um disco muito menos alicerçado em estruturas de
guitarra, Mac dá rédea solta às suas habilidades e
oferece-nos solos geniais em alguns temas, com um efeito
reminiscente de um cruzamento entre J. Mascis e Neil
Young, sobretudo no glorioso final de “You Blanks”.
Para
os mais desatentos, “Be Still Please” será o disco
perfeito para a descoberta de um dos nomes mais
importantes do actual universo pop.
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LADYFINGER (ne) // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Heavy Hands |
12_fev_2006 |
saddle creek |
SCE98CD (CD) |
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Pulsante, guinchante, incontrolável e feroz. Uma voz
rock clássica num refrescante novo cocktail de peso que
desfaz tudo o que à frente lhe surge. O resultado é tão
apropriado como manteiga a derreter-se em biscoitos.
Este colectivo de quatro elementos, oriundo do interior
dos Estados Unidos da América, são uma convergência
perfeita de rock clássico e moderno, uma união Yin +
Yang apropriadíssima e profundamente rock ‘n’ rolante.
Um autêntico tornado, uma força da natureza em estado
sónico preparada para levantar telhas e arrancar árvores
do chão. Produzido por Matt Bayles, o mestre responsável
pelos últimos trabalhos dos Isis, Mastodon e Minus The
Bear.
O
disco mais ambicioso alguma vez a chegar-nos da Saddle
Creek – duas palavras apenas: \m/ \m/
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AEREOGRAMME // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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My Heat Has A Wish That You Would
Not Go |
12_fev_2006 |
chemikal underground |
CHEM097CD (CD) |
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Quatro anos após o último longa duração “Sleep And
Release” e dois anos e meio após o mini-álbum
“Seclusion” Craig B e Campbell McNeil regressam com o
prodigioso “My Heart Has A Wish That You Would Not Go”,
uma obra prima pop-épica extremamente cinemática e
ambiciosa. O título, também ele extremamente cinemático,
é retirado da obra-mestra de horror de William Peter
Blatty, “O Exorcista”. Craig explica: “É uma linha
bastante bela do livro que, surpreendentemente, acabou
por ficar fora do filme. É do primeiro capítulo, quando
o Padre Merrin decide regressar aos Estados Unidos e se
despede do seu amigo. É uma linha carregada de intuição,
resignação e esperança, de alguma forma ligada às
adversidades que nós próprios experimentámos durante a
produção deste disco”. Sem assombramentos, a verdade é
que Craig quase perdeu a voz durante o ano de 2005, após
uma longa digressão alimentada a Jack Daniels e
patrocinada por Phillip Morris. Essa condição
influenciou de forma muito determinante a composição do
novo disco, tornando-o algo grandioso e extremamente
emocional.
Uma
obra notável, reminiscente da grande pop do anos 80,
versão 2007, revista e melhorada.
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OF MONTREAL // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Hissing Fauna, Are You The
Destroyer |
12_fev_2006 |
polyvinyl |
PRC124CD (CD) |
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12_fev_2006 |
polyvinyl |
PRC124LP (2LP) |
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Nos últimos três anos, esta banda proveniente de The
Athens, transformou-se numa das mais adoradas pelos seus
fans, pelos seus concertos que terminam sempre em festa,
isto para além de ter conseguido o reconhecimento da
crítica especializada pelo seu álbum de 2004 “Satanic
Panic In The Attic” e pelo de 2005 “The Sunlandic
Twins”. Agora, os Of Montreal apresentam a sua obra de
génio definitiva: “Hissing Fauna, Are You The
Destroyer?” – um disco irresistível e memorável, que soa
como o prolongamento lógico das sonoridades disco-indie
de “The Sunlandic Twins”.
Neste
tempo em que o “usar e deitar fora” é a regra, os Of
Montreal propõem lançar-se numa aventura sónica
completamente nova. Não basta apenas recomendar este
disco – há que escutá-lo várias vezes. É um convite para
sair da habitual paisagem musical que nos rodeia. Uma
experiência desafiadora e surpreendente, embalada a
rigor num inventivo digipack que apela à curiosidade.
Neste caso, o conteúdo não fica aquém da exuberência do
envólucro.
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KRISTIN HERSH // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Learn To Sing Like A Star |
29_jan_2007 |
4ad |
CAD2702CD (CD) |
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Vinte anos depois, com quinze discos na bagagem, a
questão volta a colocar-se. A adolescente que deu cara
às Throwing Muses, que hipnotizou a geração de 80 com
canções como “Delicate Cutters” ou “Soul Soldier”, não
cresceu para acabar a berrar “shut the fuck up” enquanto
líder de uma das propostas punk-rock mais ruidosas e
pulsantes de 2005, os Fifty Foot Wave, pois não? Claro
que sim!, e foi capaz de mais ainda: gravou seis discos
a solo entretanto. Tem sido uma carreira ao estilo
‘montanha-russa’, e no preciso momento em que estamos em
vias de ter “Learn To Sing Like A Star” nas nossas mãos,
estaremos, provavelmente, a assistir a um dos pontos
mais altos da sua, já de si, admirável viagem.
Trata-se de um disco grande, sumptuoso e
de vistas amplas: pulso e energia semi-contida em “In
Shock” e “Winter”, canções à guitarra – “Nerve Endings”
e “Ice” – números inesperadamente
uptempo
– “Under The Gun” e “Wild Vanilla” – um par de canções
sonhadoras – “Vertigo” e “Sugar Baby” – e três
instrumentais de sensibilidade intimista e artesanal. O
disco inclui ainda belíssimos arranjos de cordas,
compostos por amigos de longa dada do lado de cá do
Atlântico – Martin e Kim McCarrick. Surge ainda David
Narcizo, dos Throwing Muses, na bateria, igualmente
responsável pelo artwork do disco. Kristin ocupou-se da
execução de todos os restantes instrumentos, numa
composição por camadas, por vezes atípica, mas de
carácter vincado e reconhecível.
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XIU XIU // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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The Air Force |
29_jan_2007 |
acuarela |
NOIS1068 (CD) |
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Após dois álbuns e dois EPs pela Acuarela, o último
deles a recente de compilação de versões “Tu Mi Piaci”,
o duo californiano Xiu Xiu regressa com um novo trabalho
– “The Air Force” – evolução natural, na sequência do
anterior “La Foret”, ainda que com um toque ainda mais
ambicioso (assumindo que tal seja possível no contexto
da banda), tanto na composição como na produção, a cargo
de Greg Saunier, génio multi-instrumentista responsável
por resultados refrescantemente inesperados como os
Deerhoof, que não se intimidou e acrescentou o seu
estilo pessoal de forma consentida e, de resto, bastante
notória. Surge, entretanto, um dilema: como explicar que
se trata este, simultaneamente, do disco mais
fragmentado e experimental de Xiu Xiu e, por outro lado,
aquele que contém algumas das canções mais eficazes e
melhor estruturadas da banda até ao momento? Pop
destruída – a possível, por assim dizer, saída das mãos
de Jamie e Caralee – desafiador e encantador; inventivo
e ofensivamente original. Ninguém soa a Xiu Xiu. Uma vez
mais, a edição que temos entre mãos é especial.
Licenciada especificamente para os mercados Português e
Espanhol, apresenta-se com um artwork diferente da
versão norte americana e com uma faixa multimédia bónus
com um videoclip inédito de “Hello from Eau Claire”.
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THE SHINS // |
lançamento |
selo |
referência |
preço |
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Wincing The Night Away |
22_jan_2007 |
subpop |
SPCD705 (CD) |
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